Matheus Borges leva o Brasil Olímpico

Matheus é um dos destaques da seleção

Depois de quatro anos, um atleta do Rio de Janeiro voltou a conquistar o Prêmio Brasil Olímpico, oferecido anualmente pelo COB aos melhores de cada modalidade olímpica. Dessa vez, o vencedor foi uma das maiores revelações do hóquei nacional:  Matheus Borges, do Carioca. Especialista em short corners e muito habilidoso, o camisa 5 já tinha batido na trave em 2011, quando foi indicado entre os três finalistas do prêmio, que acabou ficando com Thalita Cabral. A cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico vai ser realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 18 de dezembro.

HB+: Veja aqui uma matéria especial que o Hóquei Brasil fez com Matheus no ano passado.

Veja todos os vencedores do Prêmio:

2003 – Leonardo Lemos (Germânia-RJ)

2004 – Juliana Gelbcke (Florianópolis-SC)

2005 – Juliana Gelbcke Florianópolis-SC)

2006 – Laís Bernardino (Florianópolis-SC)

2007 – Alexandre Caldas (Germânia-RJ)

2008 – Lisandra Souza (Desterro-SC)

2009 – Djeniffer Vasques (Desterro-SC)

2010 – Daniel Tatara (Desterro-SC)

2011 – Thalita Cabral (Desterro-SC)

2012 – Matheus Borges (Carioca-RJ)

Tatara recebe o Brasil Olímpico

Tatara com o irmão e os pais na entrega do prêmio

O goleiro Daniel Tatara recebeu no último dia 20, em cerimônia realizada no Rio de Janeiro, o prêmio Brasil Olímpico 2010. O evento contou com a presença do presidente Lula e de várias personalidades do mundo do esporte. Tatara recebeu o troféu das mãos de Larissa, do vôlei de praia e foi lembrado pela conquista do prêmio de melhor goleiro do último Campeonato Sul-Americano.

Entrevista exclusiva com Tatara

 

Tatara no Cristo: o céu é o limite para o catarinense?

O Hóquei Brasil ouviu com exclusividade o vencedor do Prêmio Brasil Olímpico 2010, Daniel Tatara. Nascido em Mafra, no interior de Santa Catarina, o camisa 1 da seleção brasileira conquistou o maior prêmio individual da carreira.

Você é o terceiro atleta do Desterro a levar o prêmio. Acha que o clube é um celeiro de vencedores?

Além de contar com atletas muito talentosos e vencedores, acredito que o que realmente faz o Desterro dominar essa premiação nos últimos anos e estar sempre brigando pelas primeiras posições nos campeonatos nacionais é o companheirismo que temos no nosso clube. Desde o início, nunca tivemos um treinador, uma comissão técnica, e com certeza se não existisse esse companheirismo, esse respeito, não alcançaríamos o sucesso dos últimos anos. È um grande prazer poder jogar nesse clube.

Os goleiros brasileiros sempre se destacam em competições internacionais. Por que acha q temos tanto sucesso debaixo da trave?

Acredito que seja o fruto de muito treino e dedicação, e desde 2008 quando foi integrado a comissão técnica um treinador de goleiros, com certeza fez com que o nível dos atletas aumentasse ainda mais.

Tatara em ação no Pan-Americano de 2007

Qual seu jogo inesquecível pela seleção?

Na verdade tenho dois jogos que me marcaram, o primeiro foi minha estreia pela seleção no PAN em 2007 contra a Argentina. Eu sai do jogo indignado por ter tomado tantos gols e não conseguia entender o porque todos me elogiavam e festejavam, depois quando vi o vídeo do jogo, percebi que realmente eu tinha feito uma grande partida. E o segundo foi o jogo contra o Uruguai na disputa pelo bronze no Sul Americano de 2010, apesar de ter sido o jogo no qual senti a maior tristeza dentro do Hóquei, sai com a sensação de que consegui jogar tudo que eu sabia naquela partida, infelizmente não foi o suficiente para ganharmos a tão sonhada primeira medalha.

O catarinense em jogo contra o Chile

Você já recebeu elogios de técnicos e atletas importantes. Como se sente?

Eu fico muito feliz, se alguém há três anos me falasse que isso iria acontecer, eu jamais iria acreditar. São nesses momentos que eu vejo que vale muito a pena todo o esforço, as abdicações que são necessárias pra continuar me dedicando ao Hóquei

Pensa em fazer um intercâmbio no exterior?

Com certeza seria uma grande experiência, se surgir uma oportunidade gostaria sim de fazer. Ano passado até recebi convites para jogar em clubes da Argentina, mas infelizmente não deu certo, Quem sabe ano que vem.

Quais são seus hobbies fora do hóquei?

Gosto muito de praticar outros esportes, jogar vídeo game, sair com os amigos, mas com certeza o preferido é curtir a família, principalmente o meu irmão que é quem mora comigo aqui em Floripa.

Daniel Tatara é escolhido o melhor do país pelo COB

Tatara durante premiação do Campeonato Sul-Americano

O goleiro Daniel Tatara, da seleção brasileira e do Desterro, é o vencedor da edição 2010 do Prêmio Brasil Olímpico. É a terceira vez seguida que o troféu é conquistado por um atleta da equipe catarinense. Em 2008 a vencedora foi Lisandra Souza e em 2009 Djeniffer Vasques ficou com o prêmio. Melhor goleiro do Sul-Americano de 2010, Tatara é unanimidade entre os praticantes do esporte. Suas defesas garantiram alguns dos melhores resultados da seleção nos últimos anos e impediram goleadas históricas. Veja os vencedores de todas as edições do Brasil Olímpico na categoria hóquei sobre grama:

2003 – Leonardo Lemos (Germânia-RJ)
2004 – Juliana Gelbcke (Florianópolis-SC)
2005 – Juliana Gelbcke Florianópolis-SC)
2006 – Laís Bernardino (Florianópolis-SC)
2007 – Alexandre Caldas (Germânia-RJ)
2008 – Lisandra Souza (Desterro-SC)
2009 – Djeniffer Vasques (Desterro-SC)

fonte: Hóquei SC e COB

Djeniffer recebe o Brasil Olímpico

Foto: Nelson Siqueira

Djeniffer e o prêmio Brasil Olímpico.

No último dia 21, a catarinense Djeniffer Vasques recebeu o Prêmio Brasil Olímpico 2009 em cerimônia realizada no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. A escolha foi feita por um colégio eleitoral formado por jornalistas, dirigentes esportivos, atletas e ex-atletas e personalidades do esporte com base em uma lista tríplice encaminhada ao COB por cada Confederação Brasileira Olímpica.

Foto: Nelson Siqueira

Djeniffer no palco com Cesar Cielo, Torben Grael e Fabiana Murer.

A representante do hóquei subiu ao palco ao lado de atletas de destaque, como Torben Grael e Fabiana Murer, do salto com vara. Djeniffer diz que foi difícil segurar o nervosismo:

– Quando fui andando no palco a emoção era tanta que as pernas ficaram bambas… foi uma sensação maravilhosa, passou um filme na minha cabeça de todos os meus momentos e competições no hóquei e pensei em todos aqueles que fizeram parte desta conquista.

Foi sem dúvida um encerramento de ouro para o hóquei brasileiro, com a entrega do prêmio a alguém que tem o trabalho reconhecido por todos que praticam o esporte. Que o exemplo da Djeniffer seja uma fonte de inspiração para todos nós em 2010. Feliz Ano Novo para todos e hóquei na veia!

Veja mais fotos de Djeniffer na premiação: