Quem foi a melhor jogadora do mundo em 2015?

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Alex Danson (Inglaterra)
A atleta foi eleita a melhor jogadora no Campeonato Europeu de 2015 e na Semifinal da World League em Valência, quando Inglaterra e Grã-Bretanha, respectivamente, ficaram com a medalha de ouro. Alex é reconhecida como uma das atacantes de maior habilidade e velocidade no hóquei atual.

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Delfina Merino (Argentina)
Delfina foi o grande nome das leonas na conquista da World League em Rosário no ano passado. Rápida e temida pelas zagueiras adversárias, a atacante costuma marcar gols de ângulos improváveis.

JODIE KENNY

Jodie Kenny (Austrália)
Zagueira e dona de um drag-flick mortal, a australiana é o maior destaque da seleção da Oceania, que cresceu muito nos últimos quatro anos. Jodie foi a artilheira da Semifinal da World League em Antuérpia, com 10 gols. Na carreira, ela tem a marca de 92 gols em 149 jogos oficiais.

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Lidewij Welten (Holanda)
Se a Holanda está no topo do hóquei feminino nos últimos anos, é graças à habilidade de atletas como Lidewij Welten. A meio-campo conduz a equipe laranja ao ataque com muita visão de jogo e com apenas 25 anos, já coleciona dois ouros olímpicos (Pequim 2008 e Londres 2012), além de uma Copa do Mundo.

RaboBank Hockey World Cup 2014

Mi-Hyun Park (Coreia do Sul)

A capitã sul-coreana é muito experiente, com 227 partidas oficiais pela seleção asiática. A Coreia do Sul foi a primeira seleção a garantir vaga nas Olimpíadas de 2016, depois de vencer o Campeonato Asiático em 2014. Lideradas por Park, as coreanas ainda conseguiram a medalha de prata nas semifinais da World League em Antuérpia.

Ranking da FIH: Seleção masculina cai e feminina avança

A seleção brasileira masculina caiu da 33º posição para a 37ª no ranking oficial da Federação Internacional de Hóquei (FIH). Fomos ultrapassados por Suíça, País de Gales, Belarus e México, nosso adversário na disputa dos Jogos Pan-Americanos em julho e por tabela na briga por uma vaga nas Olimpíadas de 2016. Já no feminino, a seleção brasileira se aproveitou da queda de Fiji na nova versão do ranking e pulou da 50ª para a 49ª colocação.

Seleção masculina cai no ranking da FIH

Seleção masculina cai no ranking da FIH

Seleção feminina agora é a 49ª no ranking da FIH

Seleção feminina agora é a 49ª no ranking da FIH

COB descarta hóquei feminino em 2016

radar olimpico

O Comitê Olímpico do Brasil, por meio da assessoria de imprensa, praticamente descartou a participação das meninas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. A declaração foi publicada na coluna Radar Olímpico, do site do jornal O Globo. Em nota, o COB diz que “em concordância com a Federação Internacional de Hóquei (FIH), optou por concentrar os investimentos na seleção masculina, que tem um nível de jogo mais próximo da qualidade técnica exigida pelos Jogos Olímpicos em 2016. O Comitê declarou que apesar ter feito mais de seis reuniões presenciais com a FIH e a CBHG e de ter investido R$ 1,7 milhão em 2014, “a seleção feminina não conseguiu atingir um nível técnico mínimo para participar das Olimpíadas. O comitê acrescentou ainda que vai continuar trabalhando junto à confederação visando os Jogos de Tóquio 2020 e as edições seguintes. Na reportagem, a CBHG, que recebeu R$ 1,7 milhão em recursos da Lei Agnelo/Piva em 2014, voltou a culpar a falta de patrocínio pela ausência da seleção feminina na World League, o torneio mais importante do ano. “A confederação não tem um tostão sequer. Os recursos estão todos comprometidos. O apoio que recebemos via Lei Agnelo/Piva é o mínimo. É muito pequeno – declarou o gerente-geral Bruno Patrício. 

Mesmo com esse cenário e acreditando numa possível classificação, a seleção feminina está fazendo um abaixo-assinado na internet para tentar convencer a FIH a mudar os critérios. Pouco mais de 1.500 pessoas já assinaram a petição e meta é chegar a 50 mil. O texto cita “dirigentes” como apoiadores, mas a reportagem do Hóquei Brasil questionou a CBHG sobre o assunto e recebeu a seguinte resposta: “A CBHG não fez solicitação à FIH para rever os critérios de classificação para 2016”.

CEO da FIH visita o Rio de Janeiro

Kelly Fairweather

O CEO da FIH, o sul-africano Kelly Fairweather, se disse “satisfeito” com os preparativos para a disputa do hóquei nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Ele esteve na cidade acompanhado do diretor de Esporte da FIH, David Luckes, e do membro do Conselho Executivo, Alberto Budeisky. Durante a visita, os dirigentes estiveram no Centro de Hóquei de Deodoro e tiveram uma série de reuniões com representantes do Comitê Organizador, da Empresa Olímpica Municipal (EOM) e do Governo Federal. O planejamento operacional detalhado da instalação, os planos para o evento-teste, o calendário de competições, acomodações, locais de treinamento e ingressos foram alguns dos temas discutidos.

“Tivemos uma reunião crucial sobre Deodoro, que tem sido um assunto muito debatido ultimamente, e vimos uma apresentação detalhada sobre as operações na região. Tenho de admitir que isso foi bastante reconfortante para nós, porque tivemos acesso a mais detalhes e isto nos deu uma boa ideia dos fluxos e de como os serviços funcionarão durante os Jogos. Tínhamos muitas perguntas, abordamos uma a uma e 95% delas foram respondidas, então eu considero que avançamos bem”, contou. A delegação esteve ainda na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que irá disponibilizar o local de treinamento para os atletas.

Grandes mudanças no hóquei

Hóquei vai passar a ter 4 tempos de 15 minutos

Hóquei vai passar a ter 4 tempos de 15 minutos

É bom começar a se acostumar: em 1º de setembro o hóquei vai passar por mudanças significativas, aprovadas pela Federação Internacional (FIH). As partidas vão ter a duração reduzida, de 70 para 60 minutos. Em vez de 2 tempos, agora os jogos vão ter 4 tempos de 15 minutos cada. Outra mudança importante é um “bônus” de tempo de 40 segundos a cada short corner ou gol marcado. As mudanças já vão entrar em vigor nos torneios mais importantes do calendário mundial, como o Champions Trophy, World League e as Olimpíadas de 2016. O presidente da FIH, Leandro Negre, falou sobre as alterações: “com mais dois intervalos, os torcedores vão ter a oportunidade de assistir mais replays pela TV e os comentaristas vão ter mais tempo para análises. Além disso, técnicos vão ter mais chances para rever a estratégia em campo e jogadores vão poder se reidratar de forma mais adequada”. E vocês, o que acharam das mudanças?

 

 

Concorra a uma viagem para a Copa do Mundo na Holanda

A Federação Internacional de Hóquei lançou uma promoção que vai levar duas pessoas para assistir à Copa do Mundo em Haia, na Holanda, entre 31 de maio e 14 de junho. Os sortudos vão ter direito a duas passagens de ida e volta, quatro noites de hospedagem, ingressos para quatro jogos, tour privado pelo estádio da final e café da manhã ou almoço com um atleta. Para participar é só curtir a página da FIH no Facebook e preencher um formulário na página. Boa sorte!

Para concorrer é só acessar a página da FIH no Facebook

Para concorrer é só acessar a página da FIH no Facebook

os 8 da 8

Lucha8

O título não é de minha autoria, mas é perfeito para ilustrar o feito conquistado por Luciana Aymar. A eterna camisa 8 da seleção argentina acaba de ser eleita pela 8ª vez a melhor jogadora do mundo pela Federação Internacional de Hóquei. Lucha já tinha levado o prêmio em 2001, 2004, 2005, 2007, 2008, 2009 (dividido com a holandesa Naomi van As) e 2010. A premiação aconteceu durante as finais da World League em San Miguel de Tucuman, na Argentina.

Aos 36 anos, Luciana Aymar se tornou a atleta mais velha a ser escolhida como melhor do mundo. Ela mostrou que a idade não pesou nada e liderou as leonas na conquista da Copa Pan-Americana e na chegada à liderança do ranking da FIH. A festa só não foi completa porque a seleção argentina perdeu o bronze na World League na disputa de shoot-outs contra a Inglaterra.