Vem aí o Catarinense de base 2014

Vai ser disputado neste sábado (23) a primeira etapa do Campeonato Catarinense de base 2014. A competição vai ter as categorias sub-13 (masculino e feminino) e sub-11 (masculino). Três equipes participam do torneio: Colegial, ASAS / FHC e Henrique Stodieck. A categoria com mais times é a sub-13 masculina, com 5. Os dois primeiros colocados em cada categoria se classificam para o Brasileiro de base. Veja a tabela completa:

Veja a tabela do catarinense de base sub-13 e sub-11

Veja a tabela do catarinense de base sub-13 e sub-11

1,7 milhão x 340 mil

 

Brasil já aparece fora do site da World League no feminino

Brasil já aparece fora do site da World League no feminino

A seleção brasileira feminina já aparece oficialmente fora da página especial da World League no site da Federação Internacional de Hóquei (FIH). Com um orçamento de R$ 1,7 milhão para 2014, a CBHG informou, em reportagem publicada recentemente no site do jornal O Globo não ter “mais um tostão”, nas palavras do diretor técnico Bruno Patrício. Lembrando que a verba para o treinamento da equipe masculina na Holanda teria vindo de uma verba adicional, do programa Solidariedade Olímpica do COI. A pergunta que vem sendo feita entre os praticantes é simples: como foi gasto todo o dinheiro pouco depois da metade do ano?

Guatemala: mais ação com menos dinheiro.

Guatemala: mais ação com menos dinheiro.

O Hóquei Brasil entrou em contato com a Associação de Hóquei da Guatemala, um dos caçulas do esporte nas Américas e que vai disputar a Word League no masculino e no feminino. Com um orçamento anual de apenas US$ 150 mil (cerca de R$ 340 mil), os dirigentes guatemaltecos, além da WL, participaram esse ano do Campeonato Panamericano Juvenil masculino em Porto Rico e do Campeonato Centroamericano Indoor na Costa Rica, no masculino e no feminino. Lembrando que a Guatemala só começou a disputar torneios internacionais em 2012 e conta atualmente com 6 times masculinos no campeonato nacional, mesmo número do Brasil.

Adivinha quem está na final?

Pati leva o Desterro ao ataque na vitória sobre o Carioca

Pati leva o Desterro ao ataque na vitória sobre o Carioca. Foto: Patrick Luan

Não teve surpresa. Pela 8ª vez seguida, o troféu de campeão brasileiro vai para uma equipe catarinense. Desterro e Florianópolis se classificaram para a grande decisão de 2014. As galáticas são tetracampeãs e o Floripa tem três títulos nacionais. As vagas para a decisão foram definidas neste fim de semana no Centro de Hóquei de Deodoro, no Rio de Janeiro. No sábado, as meninas do Floripa venceram o Carioca por 1 x 0, com um gol de Juba. No domingo, o Desterro derrotou o Carioca também por 1 x 0 e chegou aos 12 pontos, mantendo os 100% de aproveitamento na competição. O último jogo da rodada foi entre Florianópolis e Macau. As tricampeãs confirmaram o favoritismo e venceram por 1 x 0, com gol de Juba. O Macau venceu o Matias, que abandonou a competição, por W.0 (5 x 0 de acordo com o regulamento). A classificação final ficou assim:

Desterro – 12

Florianópolis – 9

Carioca – 4

Macau – 4

Matias – 0

O Florianópolis venceu duas e faz a final do Brasileirão contra o Desterro

O Florianópolis venceu duas e faz a final do Brasileirão contra o Desterro

Juba (Floripa) e Patricia Boos (Desterro) estão empatadas na artilharia com 2 gols. Os outros gols no torneio foram marcados por Andressa, Kênia e Mayara (Desterro). Cris e Thalita, do Desterro, marcaram contra o Matias, mas os gols não foram considerados oficialmente por causa da desistência da equipe paulista. Carioca e Macau terminaram a competição sem vencer ou marcar gols. O Carioca é a equipe mais indisciplinada da competição, com 5 cartões verdes: Desiree (2), Tati, Carol Castelliti e Camila. O Desterro tem três: Djeniffer, Camila Oliveira e Patricia Boos. O Macau levou um cartão verde, para Paloma Simon.

Veja agora uma galeria de fotos especiais feitas por Patrick Luan:

Stephanie troca de time na Holanda

Stephanie Bleijs

Stephanie Bleijs

A jogadora Stephanie Bleijs, da seleção brasileira, acaba de trocar de clube na Holanda. Em busca de novos desafios, a atleta de 19 anos se transferiu do Oss para o MEP, da cidade de Boxtel. Steef treina três vezes por semana e sempre joga aos domingos. A jogadora, nascida em São José dos Campos (SP) e morando na Holanda desde os 6 meses de idade, vinha se preparando bastante para tentar disputar uma vaga no time que disputaria as Olimpíadas de 2016.

COB descarta hóquei feminino em 2016

radar olimpico

O Comitê Olímpico do Brasil, por meio da assessoria de imprensa, praticamente descartou a participação das meninas nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. A declaração foi publicada na coluna Radar Olímpico, do site do jornal O Globo. Em nota, o COB diz que “em concordância com a Federação Internacional de Hóquei (FIH), optou por concentrar os investimentos na seleção masculina, que tem um nível de jogo mais próximo da qualidade técnica exigida pelos Jogos Olímpicos em 2016. O Comitê declarou que apesar ter feito mais de seis reuniões presenciais com a FIH e a CBHG e de ter investido R$ 1,7 milhão em 2014, “a seleção feminina não conseguiu atingir um nível técnico mínimo para participar das Olimpíadas. O comitê acrescentou ainda que vai continuar trabalhando junto à confederação visando os Jogos de Tóquio 2020 e as edições seguintes. Na reportagem, a CBHG, que recebeu R$ 1,7 milhão em recursos da Lei Agnelo/Piva em 2014, voltou a culpar a falta de patrocínio pela ausência da seleção feminina na World League, o torneio mais importante do ano. “A confederação não tem um tostão sequer. Os recursos estão todos comprometidos. O apoio que recebemos via Lei Agnelo/Piva é o mínimo. É muito pequeno – declarou o gerente-geral Bruno Patrício. 

Mesmo com esse cenário e acreditando numa possível classificação, a seleção feminina está fazendo um abaixo-assinado na internet para tentar convencer a FIH a mudar os critérios. Pouco mais de 1.500 pessoas já assinaram a petição e meta é chegar a 50 mil. O texto cita “dirigentes” como apoiadores, mas a reportagem do Hóquei Brasil questionou a CBHG sobre o assunto e recebeu a seguinte resposta: “A CBHG não fez solicitação à FIH para rever os critérios de classificação para 2016″.

1 vitória, 1 empate e 2 derrotas

O Brasil perdeu por 1 x 0 para o HIC, da 2ª divisão holandesa

O Brasil perdeu por 1 x 0 para o HIC, da 2ª divisão holandesa

A seleção brasileira fez quatro amistosos recentemente na Holanda durante a fase de preparação para a World League. São testes que permitem avaliar qual o atual estágio da equipe e quais devem ser nossas chances na competição. O sistema de divisões do hóquei holandês tem nomes específicos, mas vamos colocar em números para facilitar o entendimento. Jogando contra o Tilburg, da 1ª divisão, perdemos por 3 x 0. A partida seguinte foi no dia 7 contra o HIC, da 2ª divisão, onde atua o zagueiro Ernst Onnes, e perdemos por 1 x 0. No jogo contra o EHV Enschede, da 3ª divisão, a equipe conseguiu uma vitória muito tranquila por 7 x 2, com gols de Marius (2), Mesquita, Bruno Paes, Matheus, Brunno Mendonça e Lucas Paixão. Neste domingo (10), o adversário foi o Union, de Nijmegen, que atua na 2ª divisão holandesa e empatamos em 1 x 1, com Matheus marcando o gol brasileiro.

Veja aqui o vídeo dos gols contra o EHV Enschede:

Seleção feminina organiza abaixo-assinado para 2016

Meninas organizaram abaixo-assinado na internet

Meninas organizaram abaixo-assinado na internet

Praticamente fora dos Jogos Olímpicos de 2016 por causa dos critérios estabelecidos pela Federação Internacional de Hóquei, a seleção feminina organiza um abaixo-assinado na internet pedindo à FIH que reveja os critérios de classificação, incluindo a equipe masculina. A iniciativa partiu das atletas Patrícia Boos e Veronica Covarrubias e vem ganhando boa adesão. Já foram publicadas reportagens em sites importantes como o Globoesporte.com e cerca de 900 assinaturas foram coletadas até o momento. A meta é chegar a 50 mil até o fim de novembro. O texto elaborado pelas atletas também cita os dirigentes, mas em nenhum momento a CBHG divulgou nota ou deu demonstrações públicas de que era contra os critérios de classificação. O Hóquei Brasil vai apurar junto à CBHG se a entidade pretende fazer (ou já fez) essa solicitação formalmente à FIH.

Mesmo sediando os Jogos, o Brasil precisa atingir um objetivo mínimo para que a FIH autorize a participação nas Olimpíadas: a seleção feminina precisa estar no mínimo na 40ª posição no ranking mundial, enquanto a masculina precisa alcançar o 30º lugar. Na justificativa do abaixo-assinado, as meninas dizem que a participação brasileira em 2016 vai impulsionar o desenvolvimento da modalidade, atraindo novos praticantes e proporcionando o surgimento de novos locais de prática do esporte.

Para participar do abaixo-assinado é só clicar AQUI.